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sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

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A cena extraordinária aconteceu recentemente em Sanaga-Yong Chimpanzé Rescue Center, em um país chamado Camarões, na África Ocidental. Foi motivada pela morte da chimpanzé Dorothy, que morreu de insuficiência cardíaca, conforme noticiado no jornal inglês Daily Mail. Quando os animais notaram que a companheira estava morta, abraçaram-se num gesto tipicamente humano. Eles ficaram olhando tristemente para o cadáver da companheira morta, que se encontrava em cima de um carrinho de mão, sendo transportada para seu descanso final.
Trata-se de macacos órfãos. As mães foram mortas para o comércio ilegal de animais selvagens (geralmente vendidos para laboratórios,para servirem de experiências). Os moradores do lugar são “cuidadores” destes chimpanzés, algo extremamente necessário para a continuidade da espécie.
Até recentemente, cenas como esta na fotografia onde os animais demonstram emoções humanas de luto, seriam consideradas como uma interpretação tola por cientistas. Atualmente surgem cada vez mais evidências de que emoções tidas antes como superiores, tais como luto pela morte de um ente querido e até mesmo um entendimento profundo do que é a morte, não pertencem apenas a nós, seres humanos. Chimpanzés são frequentemente observados em estado de aparente luto pela morte de algum membro da família. Os membros da tribo geralmente ficam em silêncio, demonstrando sua tristeza também...

Fonte: facebook - Respeite os animais....

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Eu também... =]

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

USP desenvolve pele artificial para evitar testes com animais

Essa notícia é de 2009, mas ta valendo....



Um laboratório da USP desenvolveu uma pele artificial que pode substituir testes de cosméticos em animais e ajudar também em sua redução nos testes farmacológicos. Agora, as pesquisadoras estão em fase de contatos com empresas para viabilizar o financiamento da utilização do modelo desenvolvido, apesar de ele já estar pronto há cerca de um ano. De acordo com a professora da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da USP Silvya Stuchi, responsável pela pesquisa, já existem outros modelos de pele artificial sendo utilizados nos Estados Unidos e Europa. No entanto, há dificuldades de transporte e importação, já que é um material vivo e sensível. Assim, quando há a demanda de não usar animais no Brasil --ou pelo menos usar menos--, o que acaba acontecendo é o envio dos princípios ativos dos cosméticos para testes no exterior. O problema é que a indústria brasileira gasta muito para fazer testes em outros países. "Desenvolvemos uma estrutura de pele completa, com três elementos", diz Stuchi. "o melanócito, responsável pela pigmentação; o queratinócito, responsável pela proteção; e o fibroblasto, segunda camada", explica ela. 

Tendência: sem animais
"A partir deste ano, na Europa, já não há testes em animais para cosméticos, é algo mandatório", afirma a professora Silvia Berlanga, corresponsável pela pesquisa na USP. "É uma tendência mundial." Para cosméticos como filtro solar e creme antirrugas, a questão fica mais fácil de resolver com a pele artificial e por isso animais já foram totalmente substituídos no continente europeu. Porém, a questão fica mais dificil no que toca à indústria farmacêutica, diz Berlanga. "Os medicamentos podem envolver também ingestão via oral, ou mesmo endovenosa [pelo sangue]", explica ela. Fármacos envolvem absorção pelo organismo, o que vai além da pele em si. Por isso, neste caso, o que ocorreu foi a redução do uso de animais, já que ao menos certas etapas de testes puderam ser substituídas. 

Motivações
O representante da Interniche (International Network for Humane Education) no Brasil, o biólogo e psicólogo Luís Martini, estima que ainda mais de 115 milhões de animais sejam usados por ano no mundo em experimentos e testes. Uma motivação para a transferência para modelos de laboratório é a própria importância científica de trabalhar com a pele da própria espécie humana, que é específica. "Assim trabalha-se com algo mais fidedigno ao que é real", explica a professora Silvya Stuchi. Martini esclarece ainda que, devido às diferenças fisiológicas entre as espécies, há "inúmeros casos em que medicamentos que foram desenvolvidos e testados em animais tiveram que ser retirados do mercado por terem causado efeitos adversos severos quando foram utilizados por seres humanos". Outro motivo é a "ética da experimentação" ao lidar com os animais, como diz Berlanga. "Mesmo que fique mais caro com a pele artificial, é importante reduzir o uso de animais", diz ela. George Guimarães, presidente do grupo de defesa dos direitos animais Veddas, vai mais além. "Consideramos isso [uso de animais] inaceitável do ponto de vista moral e ético, uma vez que esses animais não escolheram ser usados para servir aos nossos interesses." O ativista e nutricionista afirma ter levado a Brasília, na época da aprovação da lei Arouca, que regulamentou os experimentos com animais em outubro de 2008, um total de 26 mil assinaturas buscando expor sua visão. Mas diz não ter obtido espaço com os parlamentares, que só recebiam "representantes das instituições científicas".  Martini completa dizendo que "os experimentos em animais causam dor e sofrimento". Assim, "segundo o princípio da igual consideração de interesses semelhantes, deveríamos respeitá-los nos seus direitos básicos que são o direito à vida, à integridade física e à liberdade." 

Desenvolvimento
A matéria-prima utilizada para criar a pele é na verdade de doadores humanos mesmo, que fazem cirurgias plásticas --no caso do laboratório da USP, são utilizadas doações do Hospital Universitário. Assim, as células são cultivadas em placa de petri e são formados os tecidos, incluindo a derme e epiderme. O objetivo original do desenvolvimento da pele, no entanto, que começou há 15 anos, foi para o estudo do melanoma, um tipo grave de câncer de pele. De lá para cá, a professora Stuchi cita dois marcos importantes. O primeiro foi a parceria com os pesquisadores do Instituto Ludwig de Pesquisa Sobre o Câncer, estabelecido no Hospital do Câncer em São Paulo, com quem aprendeu muito o isolamento das células, a partir de 2005. O segundo marco foi com uma primeira bolsa da Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo) entre 2007 e 2008, sua temporada como pesquisadora visitante na Universidade de Michigan, EUA. Lá adquiriu diversos tipos de tecidos de pele humana e pôde fazer testes com eles no Brasil, obtendo realmente o conhecimento sobre como fazer a estrutura da pele. Em 2009, o projeto de pesquisa na USP obteve nova verba da Fapesp, por meio do qual, aprimoramentos no modelo de pele estão sendo realizados. 

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u631911.shtml

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Diga Não....

Conheça o Mello... =]


Boa noite amigos....
Tem história pintando no pedaço... Estou preparando-me para escrever a história do Dog, mas enquanto isso, outras histórias serão postadas aqui....

E hoje, vamos conhecer um pouquinho do Mello, esse fufurinha lindo da minha amiga Isadora... Curtam!!!!






Pois bem, aqui vai a história do Mello!

Lá pelo final de 2005, início de 2006, minha irmã Ludmila decidiu trocar de emprego. Foi aí que ela começou a trabalhar na Emercor, uma empresa de socorro médico aqui de Caxias do Sul. Ela permaneceu no emprego por menos de um mês, porque conseguiu uma oportunidade melhor, mas esse tempo foi suficiente para que uma colega reclamasse, dizendo:
- Descobri que estou grávida e meu marido não quer que nosso filho nasça enquanto o Pipoca, nosso gato persa, estiver lá em casa. Vocês não sabem de alguém que queira adotar um gato? Ou vou ter que abandoná-lo na Soama.
Minha irmã, prontamente, disse que pegaria o gato e o levaria para casa. Pois bem, eu, ela e minha mãe fomos pegar o Pipoca na casa da mulher, que ficava no bairro Sagrada Família. Quando abrimos a maleta em que ele estava (sim, ele tem uma “casinha” para viagens), vi aquela carinha amassada, característica de um gato persa.
Em um primeiro momento ele foi morar na casa da minha irmã, porque eu e minha mãe tínhamos a Schube, nossa gata siamesa. Acontece que meu cunhado teve uma crise de rinite e não conseguia parar de espirrar por conta do pêlo do gatinho... Em suma, tivemos que levar o Pipoca para a nossa casa! Ele e a Schube não se acertaram e tivemos que dá-la para a minha vó. Algum tempo depois ela acabou fugindo.
Bom, o nome Mello surgiu quando minha mãe abriu a caderneta de vacinas do gato e viu que o nome dele (Pipoca) era muito feio, hahaha. E de cara ela chamou ele de Caramelo. Mello seria o apelido do gatinho. E pegou.
Desde lá ele nunca mais saiu das nossas vidas. Carinhoso, mas sem ser chato, o Mello conquista todo mundo que vai lá em casa. Inclusive, ele tem vizinhos que são padrinhos, hehehe! Eles batem na porta e o gato já se encaminha para ir até o apartamento da frente fazer uma visita. Incrível, só vendo para acreditar!
Até com meu hamster de estimação, chamado Tuperware, o Mello fez amizade. É uma graça. Amamos o Mello para todo o sempre!

Isadora...


sábado, 28 de janeiro de 2012

Fofiiiissss...


Lá vai uma imagem super fofis.... Enviada pelo amigo Matheus....
Tenho que admitir que essa imagem alegrou-me bastante hoje....
Espero que traga bons sentimentos para vocês também....
Boa noite aos bichinhos leitores....


quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Oiiiii... Au Auuuu... Miauu.... Piuuuu!!!!


Bem, queridos amigos hoje eu estou iniciando mais um blog na minha vida... O motivo: os bichinhos...
E não poderia ser diferente, como vocês sabem o meu objetivo de vida é tentar fazer alguma coisa que contribua para a vida animal e, consequentemente, melhora a vida na terra...
Utopia? Sonho? Pode ser, mas o que é a vida sem isso????  
Então esse espaço será utilizado para pensar, refletir, se indignar e procurar alternativas...
O blog ainda sofrerá algumas mudanças nos próximos dias, com um visual mais bonito e com a cara dos bichinhos....
 
E nada mais justo do que começar esse blog, postando fotos os meus amores, dois deles já estão viajando por outros universos, mas não deixam de ser especiais para mim... Estou sem foto dos três juntos, então vai assim mesmo.... 


Ao longe desse blog, vocês irão ler muitas história desses pequenos que muito significam para mim... 
O Dog, a Lana e a Mel... E durantes essa e a próxima semana eu vou contar, em post separados, a história de cada uma dessas estrelas...

Espero que gostem... qualquer idéia, dúvida, sugestão e história latem pra mim....